domingo, abril 30, 2006

i need some help to help myself...

és um estúpido.
ou ela é estupida?
pq não a deixa em paz?
ou será q ela não t deixa descansar?
pq a persegue dessa forma?
podes ouvir seus lamentos a noite?
vive a tua vida, deixa q ela faça o q bem quiser com a dela.
ela não tem perspectivas...
não a procure.
encontre-a...
não a espere na hora da saída.
deverias levá-la...
vive a tua vida.
ajude-a a ter uma...
não espere q ela acredite em seu arrependimento.
mostre-a q é verdade...
na verdade não existe arrependimento.
não...
e o q vc diz sentir... não foi o bastante.
não foi...
não é o bastante.
vês no q ela se tornou?
é o bastante?
será?
e pq não está tudo resolvido?
pq?

sexta-feira, abril 28, 2006

a.l.o.n.e




"...descubro-te ausente nas esquinas mais povoadas, e vejo-te incorpóreo, contudo nítido, sobre o mar oceano..."
(antologia poética - carlos drummond de andrade)

missing

...am i that unimportant?/ am i so insignificant?/ isn’t someone missing me?/ even though i’d be sacrificed,/ you won’t try for me, not now./ though i’d die to know you love me,/ i’m all alone...

quinta-feira, abril 27, 2006

“só fico deprimida quando estou acordada...”

pobre coitada, ela nem dorme...

ela é realmente doente...

e estúpida...

e ela quer que isso tudo acabe de uma vez...

quer esquecer todas as coisas que lhe fazem mal...

porque você também faz mal pra ela...

e porque ela cansou de ser besta...

e cansou de se preocupar com as pessoas...

e comer descaso em troca...

e porque ela precisa conseguir dormir normalmente...

e precisa se alimentar corretamente...

e não pensar tanta merda...

mas, ela tem uma mente doente...

now i will tell you what i've done for you/ fifty thousand tears i've cried/ screaming deceiving and bleeding for you/ and you still won't hear me
* evanescence: going under (pra ti...q não m vês... (e talvez) não me sentes)

lies...

ela não sabe se está a sentir-se triste, frustrada ou se, definitivamente, aprendeu...
sabe que é qualquer tentativa de afastar todos os seus pensamentos doentes.
mas, vê-se mais firme sobre suas pernas e por vezes não mais vacila...
talvez tenha se acostumado a ausência...
a tua ausência que era impensável...

talvez seja só uma mentirinha...
só pra fingir que tá tudo bem...

e ela acha que na sua pesudo-vida-d-merda é tudo muito previsivel...
na verdade, ela sempre sabe o fim de tudo...
só que ela é uma iludida...
e por isso sempre se phode...

e por mais que ela diga que vai ser diferente...
essa diferença não vai durar muito...
porque além de iludida...
ela é fraca...
e...
estúpida...

talvez...
ela tenha dado muita importância...
ao que não merecia tanto assim...
vai saber...


sorri,
quando a dor te torturar

e a saudade atormentar
os teus dias tristonhos, vazios
sorri,
quando tudo terminar
quando nada mais restar
do teu sonho encantador
sorri,
quando o sol perder a luz
e sentires uma cruz
nos teus ombros cansados, doridos
sorri,
vai mentindo a tua dor
e ao notar que tu sorris
todo mundo irá supor
que és feliz
(chaplin)

and it wears me out, it wears me out /it wears me out, it wears me out /and if i could be who you wanted/if i could be who you wanted /all the time, all the time
*radiohead - fake plastic trees

...

as pessoas sentem um prazer orgastico em encher meu saco...
deve ser realmente excitante infernizar (ainda +) minha pseudo-vida-d-merda...
eam, ótimo começo esse...

"da vontade da vida provém todo o sofrimento, que é intrínseco à existência. somente se aspira àquilo que não se tem: da falta do objeto desejado segue-se o sofrimento. contudo, o prazer obtido pela satisfação do desejo é momentâneo, pois este abrirá caminho para novos desejos, sempre obstados, sempre em luta para obter sua satisfação. a felicidade não é senão o momento fugaz da ausência da infelicidade."
(da morte - metafísica do amor - do sofrimento do mundo. arthur schopenhauer)
*placebo: protect me from what i want