sexta-feira, novembro 28, 2008

quem me deu?

Ganhei um acessório novo: um

s o r r i s o

que uso todos os dias.

quinta-feira, novembro 06, 2008

eureka, mon dieu, eureka.

conheço três palavras que servem para traduzir mil outras que te vem à cabeça numa determinada altura, mas que você não consegue organizar de modo que sejam compreensíveis.
três palavras que simplificam sentimentos diversos que te acometem quando você encontra um alguém que te deixa o estomago inquieto e o coração acelerado.
três palavras que te deixam flutuaaaaaaando quando você está bem e modestamente pensa ‘não há o que melhorar’, ou ainda que te tirem da cama nos dias que você prefere se esconder a encarar as pessoas.
três palavras que eu espero não me acostumar nunca a dizer, para conservar sempre o ‘não-sei-o-quê’ no estomago e o prazer que dá dizer que eu te amo, meu bb.

quarta-feira, outubro 22, 2008

sobre o meu bb.

queria escrever sobre ti. sobre o que eu sinto quando estou contigo. e também, o que eu sinto quando você está longe. queria escrever sobre como você me faz bem. sobre como no meio de dias sem graça e sem cor você apareceu. assim, do nada. e tem me feito um bem imensurável. queria escrever sobre tudo em ti. tudo que eu aprendi a gostar e o que eu to aprendendo. queria falar sobre as pequenas coisas e sobre as grandes. sobre coisas que já eram suas e eu só conheci há pouco. sobre seus olhos quando me olham e quando olham o nada. sobre o seu sorriso e sobre a sua risada. sobre o seu sorriso sério e sobre a sua risada de menino – o meu menino – e como esse sorriso acalma e aconchega. sobre suas brincadeiras que - por falta de costume – tenho aprendido a conviver. e sobre os seus conselhos, que nem sempre eu acato. sobre a sua preocupação comigo. sobre seus carinhos e carícias. sobre quando você me tira do sério e eu vou dormir de birra. e sobre como eu passo o dia sentindo falta de ter ido dormir ‘numa boa’ contigo. sobre a sensação de acordar do teu lado, e antes disso, de te ver e ouvir dormir. sobre o sentimento que eu tenho quando você diz [no meio de um pití meu]: “tenha paciência com o seu bebê, meu amor” e como eu não consigo não te abraçar, bem forte. sobre o seu abraço, também. o abraço de alguns dias – aquele bem apertado de saudade – e o abraço de ‘te vi ontem, mas me abraça assim mesmo’, e ainda o abraço espontâneo – aquele do nada e de sempre. sobre o seu cheiro, que foi a primeira coisa que me prendeu. sobre seus esquecimentos e sobre como isso me faz rir. e também, sobre quando você me chama à atenção e sobre como você, às vezes, critica meus atos. sobre como isso me faz chorar e sobre como você me enxuga as lágrimas. sobre como você é especial e sobre como eu quero nunca te fazer mal. sobre como eu gosto de você assim, do meu jeito – doido, chato e mimado.

quinta-feira, outubro 09, 2008

as coisas de sempre.

- não percebo se insegurança e estupidez andam sempre juntas...
- talvez não.
- talvez pessoas normais, de quando em vez adotem (sem querer)...
- (ou não).
- ... uma das duas sensações (ou atitudes).
- pessoas nor-mais! o que passa bem distante de vc.
- eu que sou uma pessoa distorcida.
- totalmente do avesso.
- sempre e sempre faço uso...
- e bom proveito.
- "dos dois".
- é tão estupido ser insegura...
- e é tanta insegurança agir com estupidez!
- "mas, eu sinceramente não sei o que está acontecendo comigo/contigo."

quarta-feira, outubro 01, 2008

tédio acabou de entrar...

quando inventaram o ser humano, decidiram que ele seria rabugento. - pelo menos eu, quando papis e mamis resolveram me criar, disseram: nossa, há tantas crianças.adolescentes.adultos legais no mundo, bem humorados, pra frentex-total... pq nosso filhinho (pq eu com certeza era homem na cabeça deles, saí de azul da maternidade. trauma) tem que ser só mais um? non, non. vamos caprichar no mau humor, só pra ele ser, sei lá, diferente. - então, inventaram o tédio. sim, eu sou o tédio. e eu vou te pegar. tsc.

terça-feira, setembro 30, 2008

dos bloqueios...

porque namorar te dá assim, um bloqueio. criativo. tudo bem que eu nunca tive uma criatividade master. mas, escrevia. oquei, desabafava. mas, aí o desabafo sumiu. e o que tem aqui é demasiado piegas. e é só meu. licença.

terça-feira, setembro 02, 2008

o peso. o dia. o alivio... onde?

Sabes a sensação de tirarem-lhe 70kgs das costas? Eu sei. E ainda que sem esse seu peso... não me sinto mais leve. Porque no momento em que tirei o peso das costas jogaram-me outro a tira colo. Sabes a sensação de ouvir de alguém o que gostaria de ouvir de outrem? Eu sei. Ouvi. E não é bom. É como se tivessem dado a você uma noticia, uma má noticia. Como se tivessem te comunicado uma culpa que você terá de carregar para o resto dos dias. Eu sei que não carregarei tanto tempo, eu não sou uma boa pessoa. Mais cedo ou mais tarde eu já nem me vou lembrar disso. Ou não. Mais cedo ou mais tarde já não fará tanta diferença. Mas, o impacto foi horrível. A sensação de surpresa, sabes? Eu sei, e odeio-a. Odeio surpresas. E achar dois olhos esperando de você uma resposta... é horrível. E não mentir para esses dois olhos pode parecer terrível, mas também alivia. Mentir é uma proeza, e eu sou burra. E como eu não sou boa, digo sempre a verdade, aquela que dói. Só porque eu não gosto de delongas. E os dois olhos voltaram tristes. E deixaram um peso equivalente ao anterior, ou quase. Mas, já nem o sinto tanto.

quinta-feira, agosto 21, 2008

enferma.

dor no estomago. sem comprimidos, por hora. e muito leite. [quase] litros de leite, pro sono também. minha mãe sempre disse: toma um copo de leite ates de dormir. então, por hora, aposentei a xícara de café. por causa do estomago. e do sono. eu bebo quase um litro de leite por dia. e meu pai diz que eu sou anarquista. não sei qual a concepção de anarquista dele. ele diz que eu sou extremista. mas, eu odeio extremos. gosto do equilibrio. não sou equilibrada. ele diz: com vc é oito ou oitenta. mas, não é verdade. minha mãe diz: durma direito. não beba. não fume. saia da frente do pc. você vai ter um desgaste físico. mas, eu não acredito. ou acredito e não me importo. ele falou comigo hoje. e disse que não me merecia. e disse que me mentiu pra não me fazer sofrer. me mentiu pra me fazer ir embora. e eu fui. e agora ele se arrepende. e agora eu já não posso fazer nada. eu estive aqui todo o tempo. eu era bem disposta. e o ajudava. sempre. qual o seu problema? eu não sei. nem quero mais saber. ainda tenho um copo de leite a minha espera. eu acho mesmo que sou doida. levo uma vida desregrada. e quando o estomago grita tento afogá-lo com leite. como se tivesse jeito. leite quente?

quinta-feira, agosto 07, 2008

e tenho dito.

'cause now i'm free!



=)

domingo, agosto 03, 2008

aniversário de mamis... as duas... para não deixar que o dia fosse insuportável em sua totalidade.
eu odeio mesmo os domingos. não consigo perceber o 'descanso' de que todos falam. eu que busco ocupar minha mente a todo instante para livrá-la de pensar besteiras cotidianas. [ainda que não pensar besteira seja uma tarefa difícil]

às vezes, as respostas estão embaixo do meu nariz, mas levo sempre algum tempo até enxergá-las com clareza. de tanto repetir, já sei as coisas de cor... ainda assim espero que aconteçam.


alguém já chorou lendo simone de beauvoir? acho que só eu.

.

é um absurdo como o bem-estar alheio parece ter 50kgs sobre minhas costas...

sábado, junho 21, 2008

[reticências]

odeio música ao vivo. e a lua entra pela janela. e brinca com as sombras da árvore. o vento tá frio, mas o cansaço é maior que a vontade de fechar a janela. u2 lembra você. foi a primeira coisa que ouvi em seu player. café? cigarro. e fumaça. preciso é dormir. ele ali é tão brega. e diz que é sempre assim. é bom. alguem tem que ser constante aqui. with or without you? tanto faz. esperei você ligar. e todos os rings foram alheios. esperei você chegar. espero todos os dias. ensaio caras de surpresa e felicidade. você nunca chega. liga às vezes. promete sempre. nunca cumpre. acho que cansei. talvez não. eu te espero sempre ainda. te imagino agora. bêbado e vomitando clichês. vamos recomeçar? mas, você nunca muda. é sempre egoista. fala demais. e eu prefiro silêncios. eu prefiro músicas. que falam por nós. odeio música ao vivo. you act like you never had love. and you want me to go without. preciso de um café. preciso acabar aquele livro. precisava de um abraço. passei sem. e não morri. mas, chorei. chorar dói a garganta. odeio feriados. precisava dormir. amanhã você liga. e se desculpa mil vezes. e eu aceito. queria te ver. eu também. pausas. e semanas. e músicas. cafés. lembranças. lembrar dói. hoje tá chato. ontem também tava. amanhã já nem me importa. importa sim. feriados e alcool. alcool pra esquecer. alcool pra lembrar. e lembrar dói. ring. não era você. não quero sair. porque não. esperança. mas, você nunca chega. precisava de um abraço. passei sem. prefiro silêncios. e odeio música ao vivo. café?

sexta-feira, junho 20, 2008

quem sabe, né não?

tô esperando o paragrafo bom começar...

sábado, junho 14, 2008

desafio

"sou feliz na hora errada (infeliz quando todos dançam)"
[clarice lispector]
dificil é achar uma frase só e com poucas palavras. mas, acho que essa deu.
quem me desafiou foi a inês. e agora eu preciso indicar cinco pessoas, elas são: meu iaiá; a prinçusa; raphaela; annie e sweet. vamos a isso.

sábado, junho 07, 2008

...

"si tu m'aimes un peu,
je t'aime un peu...
c'est tout."



*ai, o biolay...ele é que é certo.

domingo, abril 27, 2008

nhaim. as vezes eu tenho preguiça de gente.

quando vc pensa que está caminhando pra fora do caos, se vê novamente dentro dele. pode passar meses consertando, colando e remendando situações...mas, não é preciso mais que um dia pra tudo desmoronar.
eu fico imaginando: o passado é um gênio maldoso. ele te deixa pensar em amadurecimentos e lições de moral, e quando vc tá cnvicto de um passo adiante, ele te repele a três atras. ele põe diante de ti fantasmas dos cadáveres que vc levou dias pra enterrar e tempos pra esquecer. de qualquer forma esses seres parecem ter estacionado no tempo...e aparecem com gestos e palavras que deveriam permanecer enclausurados num qualquer canto de memória.
como fantasmas não tem sentimentos, o teu desprezo é totalmente indiferente. eles servem mesmo pra te perturbar e, se puderem, te puxar pra fora desse cubo de convicções que vc criou.
eu não matei ninguem. exatamente por isso, não tenho medo desses coitados [u.u']. até porque, mamãe sempre me ensinou que suícidas vão diretamente pro limbo.
'but if your life is such a big joke, la la la la' u.u'

domingo, abril 20, 2008

dos sim-sim e não-NÃO.

a pessoa espera um tempo pra ouvir um troço. e espera, espera, espera...
quando ouve, finalmente, diz um NÃO.
e nem sente remorso. ah, como os dias estão mais leves. u.u'

she said, “not for me, i’ve got plans for later on...”
la la la.

sábado, abril 12, 2008

so, spare me the suspense!*

nada te alcança e nada te afeta. vives dia após dia sem te dares conta do que fazes (e isso de certo modo me causa inveja). mas, eu não conto os dias como tu, que encerras cada dia assim que deitas a cabeça no travesseiro... daí, o outro dia é novo e único. os meus não, são sempre sequências, continuações de 'ontens', e sendo assim, por mais que um fato tenha acontecido já há uns três meses, parece que não tem assim tanto tempo, ou ainda que foi semana passada [aff, dramatica nem um pouco]. meus dias são longos e preguiçosos, custam imenso a passar e isso independede quantas atividades eu me disponha a fazer.

...

tinha qualquer outra coisa aqui..mas, como eu tenho uma mania nova de escrever em guardanapos e saquinhos de papel molhou e eu perdi.
fora que eu nem estou assim tão prabaixo, mas eu adoro um drama.




[e interpol é realmente tudo de bom.]

sábado, abril 05, 2008

as pessoas se equivocam ao falar dela. ela é (extremamente) introspectiva, meio grossa até. dos tipos que não dão bom dia se não houver um assunto subseqüente. isso é, no mínimo, uma falta de respeito, falta de educação... mas, isso só pros outros... pra ela é só falta de humor. então todos recebem seus não-olhares e suas não-palavras e julgam a casca. há trocentas histórias sobre ela. certo dia, alguém disse: ‘você é até mitificada’... e ela achou engraçado. Achou engraçado quando a chamaram de hermética também. são conceitos sobre alguém que ninguém conhece, ela pensa. e ninguém conhece mesmo! as pessoas a conhecem tão pouco que mesmo as cheias de tempo e disposição vão embora mais cedo ou mais tarde, elas cansam de ouvir nada.

...

ela ainda sente falta de tanta coisa e de tanta gente. só porque por mais que ela esforce não consegue. não consegue esquecer tudo que [ela pensa que] é de direito de alguém, direito de um ser. porque todo mundo precisa de outro lado, de outro rosto que não seja um reflexo. de outra voz que não seja um eco em sua própria mente. ela tem medo que já não exista outro começo, medo que o seu começo já tenha passado e ela simplesmente o perdeu. ela já não sabe que prioridades estabelecer agora. tem medo que se esse outro começo realmente existir [já que todo mundo diz que sempre há um novo começo] seja novamente errado, acabe logo e/ou acabe mal.



isso é totalmente last week, mas enfim. escrevi em saquinhos de papel qualquer dia desses numa crise de vinteedoisanos. não tem fim e não estão na sequencia.

quarta-feira, abril 02, 2008

e agora, josé?

agora são vinteedois...
e primeirodeabril tem que ser ano novo!

sexta-feira, março 14, 2008

sweet, monstra de ma vie

és sim...uma monstra.

domingo, março 09, 2008

é. é bem isso.

"...sua natureza não é nem mortal nem imortal; no mesmo dia, em um momento, quando tudo lhe sucede bem, floresce bem vivo e, no momento seguinte, morre; mas depois retorna à vida..."
[percebam o assunto. peguei aqui]
e eu nem tava procurando sobre amor... era só pandora. mas, geralmente uma coisa leva a outra.


parvoíces. capaz que seja culpa dos comprimidos coloridos. são tão lindos *-*

sábado, março 08, 2008

"...espero que, algum dia, alguém queira abraçá-lo por vinte minutos... e só fazer isso.
sem se afastar. sem olhar no seu rosto. sem tentar beijá-lo. só envolvê-lo em seus braços, bem apertado...sem um pingo de egoísmo."

[waitress]

sábado, março 01, 2008

cola? sim, por favor.

daí, chegam os dias que saudade não serve como coisa boa nenhuma.os dias que saudade dói. comprime tudo que você tem por dentro.chegam os dias que tudo que você tinha de bonitinho acaba. e a ausência que resta, a saudade... não te deixa perceber nada de bom. sabe?o dia em que tudo acaba. do nada. acaba tudo...e não tem mais ninguém lá pra se importar. ninguém quer saber se você ficou bem. se seus pensamentos estão em ordem...ou o que você faz pra manter a sanidade quando tudo acaba.o que você faz pra manter a sanidade? o que você faz pra não perder a consciência? o que você faz pra não chorar além da conta? até porque, coisas acabam...pessoas vão embora. e você sempre soube disso. mas, faz questão de esquecer sempre...fantasiar uma besteira que não dura.

quinta-feira, fevereiro 07, 2008

é mesmo uma merda.

e nem tenho mais o que dizer-te.
nem sou tão falsa a ponto de desejar-te felicidades...não agora.
poderia, se isso não te fosse indiferente.
mas, sempre pensaste antes [oquei, unicamente] em ti. eu nunca fui grande coisa que ocupasse em algum momento espaços em seus pensamentos... me dividias com todos os outros problemas, todas as outras besteiras. e dói ainda perceber isso. isso de que eu não fui lá grande coisa. e mesmo que digas, [já tens tuas desculpas prontas, sei todas de cor.] mesmo que digas o contrario, eu sei que não fui. achava que bastava que eu [unicamente] pensasse, agisse, gostasse... pra ti sempre foi tudo indiferente. apesar das maquiagens.

um dia choveu tanto que elas saíram, e conheci tua verdadeira face. mas, eu nem me importava em maquiá-la novamente. e quantas vezes fossem preciso. though i'd die to know you loved me...i'm all alone. isn't someone missing me?
e interpol pra mim ainda é impossível. é doloroso lembrar quantas vezes c'mere deu voltas em minha cabeça, e tinha sempre um sorriso de lado-a-lado, e o que estava ao redor simplesmente sumia...e agora não há mais sentido algum nisso tudo.

oh, how i loved you...in the evenings...when we were sleeping...we were sleeping, oh we were sleeping.

domingo, fevereiro 03, 2008

'still it's so hard to say goodbye, but it's even worse to live a lie'

daí os novos amores se tornam velhos...e saem pela porta que tu tinhas lavado.
então, deixa-os ir...daqui a nada aparece outro. mas, só no proximo semestre, oquei?