domingo, abril 27, 2008

nhaim. as vezes eu tenho preguiça de gente.

quando vc pensa que está caminhando pra fora do caos, se vê novamente dentro dele. pode passar meses consertando, colando e remendando situações...mas, não é preciso mais que um dia pra tudo desmoronar.
eu fico imaginando: o passado é um gênio maldoso. ele te deixa pensar em amadurecimentos e lições de moral, e quando vc tá cnvicto de um passo adiante, ele te repele a três atras. ele põe diante de ti fantasmas dos cadáveres que vc levou dias pra enterrar e tempos pra esquecer. de qualquer forma esses seres parecem ter estacionado no tempo...e aparecem com gestos e palavras que deveriam permanecer enclausurados num qualquer canto de memória.
como fantasmas não tem sentimentos, o teu desprezo é totalmente indiferente. eles servem mesmo pra te perturbar e, se puderem, te puxar pra fora desse cubo de convicções que vc criou.
eu não matei ninguem. exatamente por isso, não tenho medo desses coitados [u.u']. até porque, mamãe sempre me ensinou que suícidas vão diretamente pro limbo.
'but if your life is such a big joke, la la la la' u.u'

domingo, abril 20, 2008

dos sim-sim e não-NÃO.

a pessoa espera um tempo pra ouvir um troço. e espera, espera, espera...
quando ouve, finalmente, diz um NÃO.
e nem sente remorso. ah, como os dias estão mais leves. u.u'

she said, “not for me, i’ve got plans for later on...”
la la la.

sábado, abril 12, 2008

so, spare me the suspense!*

nada te alcança e nada te afeta. vives dia após dia sem te dares conta do que fazes (e isso de certo modo me causa inveja). mas, eu não conto os dias como tu, que encerras cada dia assim que deitas a cabeça no travesseiro... daí, o outro dia é novo e único. os meus não, são sempre sequências, continuações de 'ontens', e sendo assim, por mais que um fato tenha acontecido já há uns três meses, parece que não tem assim tanto tempo, ou ainda que foi semana passada [aff, dramatica nem um pouco]. meus dias são longos e preguiçosos, custam imenso a passar e isso independede quantas atividades eu me disponha a fazer.

...

tinha qualquer outra coisa aqui..mas, como eu tenho uma mania nova de escrever em guardanapos e saquinhos de papel molhou e eu perdi.
fora que eu nem estou assim tão prabaixo, mas eu adoro um drama.




[e interpol é realmente tudo de bom.]

sábado, abril 05, 2008

as pessoas se equivocam ao falar dela. ela é (extremamente) introspectiva, meio grossa até. dos tipos que não dão bom dia se não houver um assunto subseqüente. isso é, no mínimo, uma falta de respeito, falta de educação... mas, isso só pros outros... pra ela é só falta de humor. então todos recebem seus não-olhares e suas não-palavras e julgam a casca. há trocentas histórias sobre ela. certo dia, alguém disse: ‘você é até mitificada’... e ela achou engraçado. Achou engraçado quando a chamaram de hermética também. são conceitos sobre alguém que ninguém conhece, ela pensa. e ninguém conhece mesmo! as pessoas a conhecem tão pouco que mesmo as cheias de tempo e disposição vão embora mais cedo ou mais tarde, elas cansam de ouvir nada.

...

ela ainda sente falta de tanta coisa e de tanta gente. só porque por mais que ela esforce não consegue. não consegue esquecer tudo que [ela pensa que] é de direito de alguém, direito de um ser. porque todo mundo precisa de outro lado, de outro rosto que não seja um reflexo. de outra voz que não seja um eco em sua própria mente. ela tem medo que já não exista outro começo, medo que o seu começo já tenha passado e ela simplesmente o perdeu. ela já não sabe que prioridades estabelecer agora. tem medo que se esse outro começo realmente existir [já que todo mundo diz que sempre há um novo começo] seja novamente errado, acabe logo e/ou acabe mal.



isso é totalmente last week, mas enfim. escrevi em saquinhos de papel qualquer dia desses numa crise de vinteedoisanos. não tem fim e não estão na sequencia.

quarta-feira, abril 02, 2008

e agora, josé?

agora são vinteedois...
e primeirodeabril tem que ser ano novo!