quarta-feira, outubro 22, 2008

sobre o meu bb.

queria escrever sobre ti. sobre o que eu sinto quando estou contigo. e também, o que eu sinto quando você está longe. queria escrever sobre como você me faz bem. sobre como no meio de dias sem graça e sem cor você apareceu. assim, do nada. e tem me feito um bem imensurável. queria escrever sobre tudo em ti. tudo que eu aprendi a gostar e o que eu to aprendendo. queria falar sobre as pequenas coisas e sobre as grandes. sobre coisas que já eram suas e eu só conheci há pouco. sobre seus olhos quando me olham e quando olham o nada. sobre o seu sorriso e sobre a sua risada. sobre o seu sorriso sério e sobre a sua risada de menino – o meu menino – e como esse sorriso acalma e aconchega. sobre suas brincadeiras que - por falta de costume – tenho aprendido a conviver. e sobre os seus conselhos, que nem sempre eu acato. sobre a sua preocupação comigo. sobre seus carinhos e carícias. sobre quando você me tira do sério e eu vou dormir de birra. e sobre como eu passo o dia sentindo falta de ter ido dormir ‘numa boa’ contigo. sobre a sensação de acordar do teu lado, e antes disso, de te ver e ouvir dormir. sobre o sentimento que eu tenho quando você diz [no meio de um pití meu]: “tenha paciência com o seu bebê, meu amor” e como eu não consigo não te abraçar, bem forte. sobre o seu abraço, também. o abraço de alguns dias – aquele bem apertado de saudade – e o abraço de ‘te vi ontem, mas me abraça assim mesmo’, e ainda o abraço espontâneo – aquele do nada e de sempre. sobre o seu cheiro, que foi a primeira coisa que me prendeu. sobre seus esquecimentos e sobre como isso me faz rir. e também, sobre quando você me chama à atenção e sobre como você, às vezes, critica meus atos. sobre como isso me faz chorar e sobre como você me enxuga as lágrimas. sobre como você é especial e sobre como eu quero nunca te fazer mal. sobre como eu gosto de você assim, do meu jeito – doido, chato e mimado.

quinta-feira, outubro 09, 2008

as coisas de sempre.

- não percebo se insegurança e estupidez andam sempre juntas...
- talvez não.
- talvez pessoas normais, de quando em vez adotem (sem querer)...
- (ou não).
- ... uma das duas sensações (ou atitudes).
- pessoas nor-mais! o que passa bem distante de vc.
- eu que sou uma pessoa distorcida.
- totalmente do avesso.
- sempre e sempre faço uso...
- e bom proveito.
- "dos dois".
- é tão estupido ser insegura...
- e é tanta insegurança agir com estupidez!
- "mas, eu sinceramente não sei o que está acontecendo comigo/contigo."

quarta-feira, outubro 01, 2008

tédio acabou de entrar...

quando inventaram o ser humano, decidiram que ele seria rabugento. - pelo menos eu, quando papis e mamis resolveram me criar, disseram: nossa, há tantas crianças.adolescentes.adultos legais no mundo, bem humorados, pra frentex-total... pq nosso filhinho (pq eu com certeza era homem na cabeça deles, saí de azul da maternidade. trauma) tem que ser só mais um? non, non. vamos caprichar no mau humor, só pra ele ser, sei lá, diferente. - então, inventaram o tédio. sim, eu sou o tédio. e eu vou te pegar. tsc.